O primeiro fim de semana concentra cinco grandes estreias em palcos
A primeira grande leva chega entre 11 e 14 de setembro. Sara Baras retorna à Bienal após quatorze anos com Infinito, criada para a edição e articulada em torno de oito perspectivas femininas ligadas simbolicamente às oito províncias da Andaluzia. Suas três apresentações na Maestranza fazem do retorno da bailarina um dos grandes acontecimentos da largada.
Nessa mesma sexta-feira, dia 11, estreia Rosario La Tremendita no Teatro Central Menos é mais. Canto, baixo, violão, bateria e teclado constroem uma proposta aberta à pesquisa e ao diálogo com outras linguagens musicais. No sábado, dia 12, Dorantes apresenta Fractal Arcano nas estreias de Lope de Vega e Ángeles Toledano O mesmo sangue do corpo na Alameda.
No domingo, 13, e na segunda, 14, Ana Morales ocupa a Real Fábrica de Artilharia com Rapsódia. fantasia subterrânea, a creation connected to an underground, historical and imaginary Seville and with musical direction by Niño de Elche. Suas apresentações esgotaram antes do início do festival.
Somado a essas estreias de palco está Titititrano, proposta gratuita para família do CaixaForum, que a programação oficial também classifica como estreia absoluta e que acontece nos dias 11, 12 e 13 com sessões diferenciadas.
Para encomendar todos os jogos daqueles dias você pode consultar nosso guia what to see the first weekend of the 2026 Biennale.